A nova camisa vermelha da Seleção Brasileira, apresentada recentemente pela CBF, gerou grande repercussão nas redes sociais. Para muitos, a escolha da cor, historicamente associada à esquerda, não seria apenas uma questão estética, mas teria implicações políticas — ainda mais diante dos bastidores que envolvem a atual gestão da entidade.

O presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, teve sua recondução ao cargo apoiada pelo PCdoB, partido que atuou nos bastidores para garantir sua permanência. A situação já vinha sendo alvo de críticas, que agora ganham ainda mais força após reportagem da revista Piauí revelar que o ministro do STF Gilmar Mendes é sócio de um instituto que assinou contrato milionário com a CBF, levantando suspeitas sobre uma possível “caneta amiga” para favorecer decisões ligadas à entidade.


Embora oficialmente a CBF afirme que a camisa vermelha é uma homenagem à “paixão, luta e garra” do povo brasileiro, o momento em que ela é lançada, somado às conexões políticas envolvendo a gestão da confederação, gerou desconfiança em parte da opinião pública.
Em um país onde futebol e política sempre se misturaram, a controvérsia atual mostra que a Seleção, que deveria ser um símbolo de união nacional, pode estar sendo usada como ferramenta simbólica em um cenário político cada vez mais polarizado.



